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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Pesquisa

Hoje pesquisamos algumas informações sobre a Fundação Iberê Camargo, que vamos visitar em dezembro.

Além do que foi solicitado em sala de aula, vocês vão pesquisar, ainda, quais são os horários de funcionamento do museu e o nome das obras que estão na exposição "O carretel: meu personagem".

Após ter postado como comentário os resultados da pesquisa, entrem no site da Fundação Ibere Camargo e faça um Tour Virtual, para conhecer um pouco mais deste espaço.

Bom trabalho!

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Texto do Artista

Aqui é o espaço para postar o texto de artista dos trabalho com o barbante.
Não esqueçam de colocar nome completo. 







terça-feira, 27 de agosto de 2013

Histórico dos logotipos da Bienal


Iniciada em 1997, a Bienal do Mercosul sempre teve símbolos que a representavam. Em 2013 teremos a Nona Bienal, que falará sobre linguagens. 

Confira algumas informações sobre as bienais anteriores:


1ª Bienal do MercosulO logotipo da 1ª Bienal é parte de uma pintura do artista argentino Xul Solar (1927) homenageado naquela edição. A obra traz detalhes de varias bandeiras de países latino-americanos como Paraguai, Argentina, Chile, Uruguai, Brasil e Bolívia.
http://www.mml.cam.ac.uk/gradstudies/eurolit/images/XulSolar.jpg

2ª Bienal do Mercosul
A marca da 2ª Bienal é uma estilização feita a partir da coleção “carretéis” de Iberê Camargo. Usando as cores da bandeira do Rio Grande do Sul, o símbolo lembra uma forma abstrata e ao mesmo tempo uma figura em estado de admiração e surpresa.
http://www.iberecamargo.org.br/content/acervo/carreteis.asp




3ª Bienal do Mercosul
O logotipo usado para a 3ª Bienal foi o mesmo usado na 2ª Bienal, com base na obra de Iberê Camargo, mas o que realmente marcou como símbolo desta bienal foi a escultura que servia de sinalização pública colocada nas ruas de Porto Alegre.
http://www.bienalmercosul.art.br/novo/index.php?option=com_foto&Itemid=153&srcImage=galeria/3_bienal_do_mercosul/galeria_3Bienal/1191854728.jpg&tipo=MinSize&width=307&height=217


4ª Bienal do Mercosul
Na 4ª Bienal, além do instigante logotipo, foi acrescentada uma frase como titulo “A arte não responde, pergunta”. Os dois pontos de interrogação espelhados se referem ao uso do sinal gráfico invertido na língua espanhola e mostra também a união dos povos que integram o Mercosul. Esse logotipo passou a ser usado como marca oficial da Fundação Bienal do Mercosul, pelo seu caráter sintético além de ter um forte apelo popular, possuindo múltiplos significados e uma eficiente comunicação.

5ª Bienal do MercosulO logotipo da 5ª Bienal foi escolhida por concurso público, nela aparecem o numeral 5, a letra B (bienal) e a M (mercosul), todas interligadas formando uma espaço único, delimitando um território numa alusão simbólica aos limites culturais e geográficos do Mercosul, reforçado pelo titulo “Historias da Arte e do Espaço”.

6ª Bienal do MercosulO objetivo nesta edição da bienal era não apresentar um logotipo específico, estão foi criada uma imagem servindo de pano de fundo e fio condutor, com o nome do evento e o símbolo da Fundação. O título “A Terceira Margem do Rio” (baseada na obra de Guimarães Rosa) confere um tom metafórico, sugerindo a arte como lugar de novas leituras da realidade, superando fronteiras e buscando novos significados.

7ª Bienal do Mercosul
O título da 7ª Bienal – Grito e Escuta – transmite o sentimento de ação e reflexão, ou será o grito uma reflexão e a escuta uma ação? Independente da resposta a obra não se esgota em si mesma, ela é geradora de perguntas e de reflexões. O próprio logotipo não é estático, possui inúmeras possibilidades, e formas transmitindo a ideia de constante mudança.

http://www.bienalmercosul.art.br/novo/index.php?option=com_historico_marca&Itemid=30&id_bienal=-2
8ª Bienal do Mercosul - Ensaios de Geopoética


A 8ª Bienal do Mercosul aconteceu de 10 de setembro a 15 de novembro de 2011, em Porto Alegre/RS. Sob o título Ensaios de Geopoética, a 8ª edição da Bienal tratou da territorialidade e sua redefinição crítica a partir de uma perspectiva artística. Reuniu 186 trabalhos de 105 artistas de 31 países que desenvolvem obras relevantes para discutir noções de país, nação, identidade, território, mapeamento e fronteira sob os aspectos geográficos, políticos e culturais. 

terça-feira, 23 de abril de 2013

Juan Miró



JOAN MIRÓ NASCEU EM BARCELONA, NA ESPANHA, EM 20 DE ABRIL DE 1893.


Apesar da insistência do pai em vê-lo graduado, não completou os estudos. Freqüentou uma escola comercial e trabalhou num escritório por dois anos até sofrer um esgotamento nervoso.


Em 1912, seus pais finalmente consentiram que ingressasse numa escola de arte em Barcelona. Estudou com Francisco Galí, que o apresentou às escolas de arte moderna de Paris, transmitiu-lhe sua paixão pelos afrescos de influência bizantina das igrejas da Catalunha e o introduziu à fantástica arquitetura de Antonio Gaudí.




MIRÓ PROCUROU RETRATAR A NATUREZA COMO O FARIA O HOMEM PRIMITIVO OU UMA CRIANÇA, que tivesse, no entanto, a inteligência de um homem maduro do século 20.




Na década de 1930, seus horizontes artísticos se ampliaram. Fez cenários para balés, e seus quadros passaram a ser expostos regularmente em galerias francesas e americanas.


As tapeçarias que realizou em 1934 despertaram seu interesse pela arte monumental e mural. Estava em Paris no fim da década, quando eclodiu a guerra civil espanhola, cujos horrores influenciaram sua produção artística desse período.




No início da segunda guerra mundial voltou à Espanha e pintou a célebre "Constelações", que simboliza a evocação de todo o poder criativo dos elementos e do cosmos para enfrentar as forças anônimas da corrupção política e social causadora da miséria e da guerra.




A partir de 1948, Miró mais uma vez dividiu seu tempo entre a Espanha e Paris. Nesse ano iniciou uma série de trabalhos de intenso conteúdo poético, cujos temas são variações sobre a mulher, o pássaro e a estrela. Algumas obras revelam grande espontaneidade, enquanto em outras se percebe a técnica altamente elaborada, e esse contraste também aparece em suas esculturas. Miró tornou-se mundialmente famoso e expôs seus trabalhos, inclusive ilustrações feitas para livros, em vários países.




Em 1954, ganhou o prêmio de gravura da Bienal de Veneza e, quatro anos mais tarde, o mural que realizou para o edifício da UNESCO em Paris ganhou o Prêmio Internacional da Fundação Guggenheim. Em 1963, o Museu Nacional de Arte Moderna de Paris realizou uma exposição de toda a sua obra.


JOAN MIRÓ MORREU EM PALMA DE MAIORCA, ESPANHA, EM 25 DE DEZEMBRO DE 1983, DE DOENÇA CARDIOVASCULAR. 



NO FIM DA SUA VIDA USAVA EM SUAS PINTURAS APENAS PONTOS, LINHAS, ALGUNS SÍMBOLOS E REDUZIU A COR, PASSANDO A USAR BASICAMENTE O BRANCO E O PRETO. 






O carnaval de Arlequim (QUADRO ABAIXO)
 

É na Paris dos anos 1920 que Miró amadurece como artista. Nessa época, ele desenvolve as bases do estilo que o tomaria conhecido. Um exemplo dessa produção é O carnaval de Arlequim (1924 - 1925). Nessa tela, a miséria do mundo que o rodeia se transforma como que por encanto em outro universo de seres vivos e coisas novas, maravilhosas, que flutuam por um espaço quase renascentista, que traz em si sementes de sua obra posterior.