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terça-feira, 8 de outubro de 2013

Indústria no RS


          O Rio Grande do Sul é um dos estados com maior grau de industrialização no país. O principal gênero de indústria é o de produtos alimentícios, responsável por substancial parcela do valor da produção fabril. Seguem-se a metalurgia e as indústrias mecânica, química, farmacêutica, de vestuário e calçado e de madeira e mobiliário.
          A área industrial da região de Porto Alegre é a mais desenvolvida do estado. Os principais produtos são carnes frigorificadas, charques, massas alimentícias e óleo de soja. 
          A indústria de calçados e artefatos de couro destaca-se particularmente em Novo Hamburgo, Sapiranga e Campo Bom, e em praticamente todos os outros municípios do Vale dos Sinos. 
          A indústria mecânica e metalúrgica alcançam também considerável expressão, sobretudo em Porto Alegre, Novo Hamburgo, São Leopoldo e Canoas, além de Gravataí, Sapucaia do Sul, Esteio e Sapiranga que possuem grandes empresas do ramo e que também pertencem a Região Metropolitana de Porto Alegre. A esses centros junta-se São Jerônimo, que abriga a usina siderúrgica de Charqueadas.
          Outra área industrial é a chamada região de colonização antiga, na qual se integram os municípios de Caxias do Sul, Garibaldi, Bento Gonçalves, Flores da Cunha, Farroupilha e Santa Cruz do Sul. A atividade fabril é marcada pela produção de vinho e beneficiamento de produtos agropastoris, tais como couro, banha, milho, trigo e fumo.
          No restante do estado encontram-se diversos centros industriais dispersos, todos ligados ao processamento de matérias-primas agropastoris. Destacam-se nesse grupo Erechim, Passo Fundo, Santa Maria, Santana do Livramento, Rosário do Sul, Pelotas, Rio Grande e Bagé.


Pesquisar e anotar no caderno que tipo de produtos são fabricados nas indústrias: 

a. Metalúrgica
b. Metal mecânica
c. Têxtil  
d. Laticínios
e. Mobiliária
f. Cutelaria


sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Conhecendo escritores - EVA FURNARI

EVA FURNARI NASCEU EM ROMA, ITÁLIA EM 1948. VEIO PARA O BRASIL AOS DOIS ANOS DE IDADE E RESIDE EM SÃO PAULO ATÉ HOJE. 


Em 1976, formou-se em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo. Foi professora de artes no Museu Lasar Segall de 74 a 79, colaborou, na década de 80, como desenhista em diversas revistas recebendo o Prêmio Abril de Ilustração em 1987. 

 Publicou semanalmente, por quatro anos, histórias da Bruxinha no suplemento infantil do jornal, Folha de São Paulo. 




EVA FURNARI COMEÇOU SUA CARREIRA DE ESCRITORA E ILUSTRADORA DE LIVROS INFANTIS E JUVENIS EM 1980, COM LIVROS DE IMAGEM E PUBLICOU 60 LIVROS. UMA DAS SUAS HISTÓRIAS É DA BRUXINHA ATRAPALHADA.

Seus livros já foram publicados no México, Equador, Guatemala, Bolívia e Itália. Participou da feira Internacional de Ilustradores de Bratislava em 95 e participou de Exposições de Ilustradores Brasileiros promovidas pela FNLIJ, em Bolonha. Participou da Honour List do IBBY - International Board on Book for Young People - Orgão consultivo da Unesco para o livro infantil - com o livro Feitiço do Sapo da Editora Ática em 96. Alguns de seus livros foram adaptados para o teatro: Lolo Barnabé, Pandolfo Bereba, Abaixo das Canelas, Cocô de Passarinho, A Bruxa Zelda e os 80 docinhos, A Bruxinha Atrapalhada, Cacoete e Truks, sendo que esta última recebeu o prêmio Mambembe em 94.

 Ao longo de sua carreira, Eva Furnari recebeu diversos prêmios. Entre eles, o Prêmio Jabuti de Melhor Ilustração pela CBL (Câmara Brasileira do Livro) pelos livros; Truks (1991), A Bruxa Zelda e os 80 Docinhos (1996), Anjinho (1998), Circo da Lua (2004), Cacoete (2006) e Felpo Filva (2007), este pelo texto e ilustração. Foi premiada por nove vezes pela FNLIJ (Fundação do Livro Infantil e Juvenil) e recebeu Prêmio APCA pelo conjunto da obra. Foi vencedora do concurso promovido em 2000 pela Rede Globo de Televisão para a caracterização dos personagens do Sítio do Pica Pau Amarelo.


CONHECENDO ALGUMAS DE SUAS HISTÓRIAS:
A BRUXINHA E O GODOFREDO



Bruxinha viu-se em uma situação bastante complicada. Teve sua varinha mágica roubada por um visitante inesperado, Godofredo. Como pôde roubar sua preciosa varinha? No início da história, o intruso lhe causou perigo, susto, aborrecimento, raiva, indignação, porém aos poucos nasceu entre eles um sentimento de ternura. A Bruxinha, sempre tão espontânea, expressa esses sentimentos em uma cartinha para os leitores, na contracapa do livro. (...) Ele é petulante, teimoso, egoísta, cretino e um bobo. Um verdadeiro animal! Ele roubou minha varinha e estragou toda minha história. Eu odeio ele! (... ) ele também é (...) charmoso, sentimental (...) Gente, o Godofredo é demais! Eu adoro ele!


A BRUXINHA ATRAPALHADA

 



Em cada história, a autora cria situações divertidas, surpreendentes, em que a bruxinha, nem sempre bem-sucedida, transforma, com sua varinha mágica, uma torneira em guarda-chuva, um elefante em um canhão, um pássaro em tesoura... As ações da bruxinha encantam as crianças, pois se assemelham muito ao seu mundo das brincadeiras, das traquinagens, do faz de conta.


 
NÓS



Em Nós, a narrativa, em uma época indeterminada, começa assim: No tempo em que as pessoas nasciam repolhos e que as bicicletas voavam, havia uma pequena cidade, chamada Pamonhas. Em Pamonhas havia uma casa amarela, onde morava... Mel. Mel tinha algo diferente; onde quer que ela fosse, estava sempre rodeada de borboletas. Os moradores da cidade a ridicularizavam. Mel sofria e chorava muito. Como se não bastassem as borboletas, um dia descobriu um nó no dedinho do pé. Depois, mais outro no dedo da mão, e mais outros, um total de sete. Mel só viu uma saída. Ir embora de Pamonhas. Partiu disfarçada de geladeira. Mel, do outro lado do rio, encontrou Kiko, um garoto também cheio de nós. Ele a ensinou a desfazer nó de nariz, e ela dividiu com ele as borboletas.

TAREFA!!!!

1. Copiar as informações biográficas (biografia é o conjunto de informações sobre a vida de um artista) de Eva Furnari no caderno de português.

2. Pesquisar o nome de cinco obras de Eva Furnari e anotar no caderno. Não esqueça de anotar também o ano em que foi publicada.

3. Escrever um texto narrativo baseando-se no quadrinho da "A bruxinha" que está mais acima nesta postagem.

Bom trabalho!


segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Que tamanho tenho eu?

Era uma menina do seu tamanho

          Era uma vez uma menina. Não era uma menina deste tamanhinho. Mas também não era uma menina deste tamanhão. Era uma menina assim mais ou menos do seu tamanho. E muitas vezes ela tinha vontade de saber que tamanho era esse, afinal de contas. Porque tinha dias que a mãe dela dizia assim:
         - Helena, você já está muito grande para fazer uma coisa dessas. Onde já se viu uma menina do seu tamanho chegar em casa assim tão suja de ficar brincando na lama? Venha logo se lavar.
          Que já era bem grande.
          Mas às vezes, também, o pai dizia assim:
          - Helena, você é muito pequenina para fazer uma coisa dessas. Onde já se viu uma menina do seu tamanho ficar brincando num galho de árvore tão alto assim? Desça já daí. Se não, você pode cair.
          Ai Helena achava que era mesmo uma bebezinha que não podia fazer nada sozinha.
          E era sempre assim. Na hora de ir ajudar no trabalho da roça, ela era bem grande. Na hora de ir tomar banho no rio e nadar no lugar mais fundo, ela ainda era muito pequena. Na hora que os grandes ficavam de noite conversando no terreiro até tarde, ela era pequena e tinha que ir dormir. Na hora em que espetava o pé com um espinho e queria ficar chorando no colo de alguém, só com dengo e carinho, sempre dizia que já estava muito grande para ficar fazendo manha. Se ela tivesse um espelho mágico, que nem rainha madrasta da Branca de Neve, bem que podia perguntar:
          - Espelho meu, espelho meu, que tamanho tenho eu?


Bem do seu tamanho Ana Maria Machado Editora Brasil – América Rio de Janeiro - 1982

 1. Responder:
a) De que tamanho seria essa menina?
b) Será que ela gostava do seu tamanho?
c) Quais as preocupações que a menina teria com seu tamanho?
d) Será que ela era feliz?
e) O que uma menina pequena pode fazer? E uma menina grande?
f) Este tamanho que o texto se refere pode ser medido com uma fita métrica?  Justifique.
g) Helena mora na cidade ou no campo? Retire do texto o trecho que comprova tua resposta.

2. Escreva duas situações da tua vida que:
a) Acham que tu és pequeno demais:

b) Acham que já és grande o suficiente:


sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Sem os dentes

Numa tarde ensolarada, João e sua mãe saíram a passeio pelas alamedas da vizinhança em direção à praça. João se divertia pedalando a nova bicicleta que ganhara de Natal, enquanto sua mãe admirava-o com orgulho.
Lá chegando, a mãe acomodou-se em seu banco predileto enquanto João circulava animadamente ao redor da praça. Por alguns instantes a mãe não o enxergava, oculto pelas grandes árvores, mas ficava sossegada, pois conhecia a habilidade de João.
Cada vez que passava pelo banco da mãe, João acenava e ela olhava-o envaidecida.
Depois de passar várias vezes pela mãe, o menino resolveu demonstrar aquilo que tinha aprendido.
- Olhe, mamãe, estou dirigindo a bicicleta sem uma das mãos!
- Muito bem!
Alguns minutos depois, o filho volta dizendo:
- Mamãe, sem as duas mãos!
E a mãe apreensiva, lhe diz:
- Cuidado, querido, não a deixe embalar na descida.
Mais alguns minutos e ela se vira à direita para vê-lo, vindo em sua direção. Agora, equilibrando-se sobre a bicicleta:
- Veja, mãe, sem um pé!
E na volta seguinte:
- Mãããeee, sem os dentes!!
Pobre Joãozinho...  
                                                                                                                                        Eduarda Borges

Marque X na resposta certa:

a) O texto fala sobre:
(  ) As aventuras de João com sua bicicleta.
(  ) O tombo de João.
(  ) A mãe de João.
(  ) A vida de João

b) A história acontece:
(  ) Numa rua movimentada.
(  ) Num parque da cidade.
(  ) Numa praça.
(  ) Numa vila.

c) A mãe de João estava apreensiva por que
(  ) O menino não queria ir embora.
(  ) O menino poderia cair da bicicleta.
(  ) O menino tinha desaparecido.
(  ) O menino não sabia andar de bicicleta

d) O texto termina dizendo "Pobre Joãozinho" por que
(  ) O menino quebrou a perna.
(  ) O menino chorou para mãe.
(  ) O menino caiu da bicicleta e quebrou os dentes.

e) O nome João é um substantivo:
(  ) próprio
(  ) comum

f) A palavra bicicleta é um:
(  ) adjetivo
(  ) substantivo comum

Retirar do texto: 
a) Um verbo no pretérito mais que perfeito:
b) Um substantivo próprio:
c) Dois substantivos comuns:
d) Dois adjetivos:

Circular os predicados das frases:
a) Joãozinho andava muito de bicicleta.
b) A mãe do menino estava com medo que ele caísse.
c) A bicicleta do menino não ficou quebrada.
d) As crianças da praça viram o tombo de Joãozinho.
e) Joãozinho quebrou os dentes.

Explique porque o título do texto é "Sem os dentes":


Texto do Artista

Aqui é o espaço para postar o texto de artista dos trabalho com o barbante.
Não esqueçam de colocar nome completo. 







segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Resolver... Pensar... Raciocinar...


1. Resolver as expressões numéricas:

a. 234 + {230 - [132:11]}=

b. 1500: {245 - (116 x 2) - 1} =

c. 752 x {49 - [23 - (2 x 5)]}=

d. 456 + {234 x 4} - {792 : 36}=


2 As balanças podem ser utilizadas para medir a massa dos alimentos nos supermercados.
A reta numérica na figura seguinte representa os valores, em quilograma, de uma
balança.
       
 


             






A partir da figura, tem-se que a seta indica uma massa, em quilogramas, de
(A)  0,30.
(B)  0,23.
(C) 2,30.
(D) 2,03.


3 O piso de uma sala está sendo coberto por cerâmica quadrada. Já foram colocadas 7
cerâmicas, como mostrado na figura.
Quantas cerâmicas faltam para cobrir o piso?













(A) 7
(B) 8
(C) 9
(D) 15




segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Semana Farroupilha

     


Dia 14 de setembro iniciou a Semana Farroupilha. Nesta semana são lembrados os feitos históricos da Guerra dos Farrapos ou Revolução Farroupilha. 
     Além de lembrar desta guerra - que ocorreu em por causa dos elevados impostos cobrados pelo Império Brasileiro dos estancieiros gaúchos, nesta semana são relembrados e vividos os costumes tradicionalistas do povo do Rio Grande do Sul.
     A Revolução Farroupilha iniciou com a proclamação da República Rio Grandense, em 20 de setembro de 1835. Durou  até 1.° de março de 1845, com a assinatura do Tratado de Paz Poncho Verde. Neste conflito não houveram vencedores, apenas uma grande vontade de parar com a guerra e entrar em um acordo com o Império. 

     Após este breve esclarecimento sobre a Semana Farroupilha, vamos conhecer um pouco mais sobre a cultura gaúcha.A tarefa será uma pesquisa onde os alunos procurarão dados sobre os símbolos ecológicos e oficiais do nosso Estado. Os grupos serão divididos da seguinte forma:

Brinco de princesa: Evelyn, Camila e Eduarda

Cavalo Crioulo: Fábio, Jônatas e Willian

Mate e chimarrão: Erlon, Mateus e Pedro

Quero-quero: Fernanda, Ana e Gustavo

Macela ou Marcela:  Juliana, Victória e Andreia

Chama crioula: Lucas, Lúcio e Fabrício

Bandeira e Escudo em armas: Kauet e Bruno

Hino: Alex, Victor e Gabriel.

As pesquisas deverão ter as seguintes informações:

a) Origem do símbolo (de onde vem)
b) Lei que determina que este símbolo é oficial
c) Imagem do símbolo
d) Motivo de ter sido escolhido como símbolo gaúcho

Depois de anotado no caderno, os alunos irão montar uma apresentação de slides que será apresentada no encerramento da Semana Farroupilha na escola dia 19 de setembro, antes da hora cívica. 

Este trabalho valerá como nota para o terceiro trimestre.

Sites para pesquisa:

1. http://www.paginadogaucho.com.br/



4. http://cheiros-e-perfumes.blogspot.com.br/2007/09/rio-grande-do-sultradies.html